Esportes aquáticos são outro grande fetiche.
Os caras estão quase nus, tem corpos esculturais e estão sempre molhadinhos.
Natação, saltos ornamentais, pólo aquático. Todos os caras são uns armários.
E, pra quem curte lycra, é um delírio. Até porque, cada vez mais eles usam aqueles maiôs que cobrem o corpo todo.
Eu particularmente, prefiro a sunga. Ou então as bermudinhas ou calças, sempre com o cós lá embaixo, quase deixando ver pêlos pubianos. hehehe São um tesão. E todas elas são feitas assim: calçãs ou bermudas de cós baixo.
Já aqueles maiôs de corpo inteiro, que o cara tem que abri logo que sai da piscina, senão o zíper rasga, não me atraem. Pra quem gosta é um prato cheio, mas pra mim, parecem peixes ou tubarões na água. Meio esquisito…
Sem falar que quanto mais rico o país for (EUA), melhor vai ser o nadador. Os pobres (africanos, sul-americanos e asiáticos) usam sunga e rezam pra marcar tempo.
Daqui a pouco vão jogar os maiôs n’água e ver qual deles chega primeiro.
A última foto mostra a comemoração dos norte-americanos quando ganharam o ouro no revezamento em Pequim. Foi nojento ver o antipático do Phelps ganhar mais um ouro pros EUA, mas foi uma das cenas mais másculas que já vi: homens másculos, molhados, de peito desnudo, urrando como animais. Não pude deixar de me sentir excitado quando vi aquilo. Masculinidade à flor da pele.
Melhor do que isso, só o saltador ornamental australiano, Matthew Mitcham, que é gay assumido e foi medalha de ouro em Pequim. Infelizmente tem namorado (feliz do namorado dele).

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